Francisco José Viegas
EscritorPor alturas da minha primeira viagem a Paris, já em início de idade adulta, quase toda a gente da minha geração falava francês. Paris ainda era o centro do mundo e a França conservava intactas algumas das suas velhas glórias, da literatura ao cinema e à música. Por isso, o roteiro teria de incluir dois ou três museus, Notre Dame, as livrarias da moda, os bairros e cafés que tinham passado no cinema, na televisão e na pequena mitologia dos nossos livros escolares. Jean-Paul Sartre ainda rondava o Café de Flore, como todos os intelectuais; comprávamos os cadernos e os posters que faziam parte da iconografia da época. Eram, de facto, coisas de outro mundo – um mundo que já desapareceu.
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