Começou como tantos outros movimentos que realmente importam. Não foi com grandes discursos de um líder carismático a subir a um palanque improvisado, rodeado por uma multidão. Não contou com um manifesto, mas apenas com um gesto do quotidiano, fruto da saturação geral de um povo que é vítima. Um post. Uma fotografia do ‘status quo’, acompanhada pela frustração de quem já não quer mais. Um like aqui, seguido de outro ali, que passa a comentário, indignado, que fomenta a ação.
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É caso para Trump ouvir uma voz dizer-lhe: “Por que me persegues?”.
Será muito difícil que a paz social se mantenha nas nossas universidades e institutos de investigação.
É o mais complexo dos romances, o mais citado e o mais querido, ligado a Cervantes como um todo inseparável.
Enquanto o povo falar, cabe ao resto do mundo não desviar o olhar e, pelo menos, continuar disposto a ouvir até ao fim.
Aqueles que chegam a um restaurante que confecciona uma especialidade formidável, mas - azar dos azares! - está repleto, não há mesa; ficam exasperados.
Eis a melhor definição que conheço para um jornalismo de investigação atento, corajoso e disposto a enfrentar os poderes.
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