Começou como tantos outros movimentos que realmente importam. Não foi com grandes discursos de um líder carismático a subir a um palanque improvisado, rodeado por uma multidão. Não contou com um manifesto, mas apenas com um gesto do quotidiano, fruto da saturação geral de um povo que é vítima. Um post. Uma fotografia do ‘status quo’, acompanhada pela frustração de quem já não quer mais. Um like aqui, seguido de outro ali, que passa a comentário, indignado, que fomenta a ação.
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Com aliados destes, EUA e Israel, quem precisa de inimigos?
Foi uma cerimónia muito digna, sem incidentes nem faltas de respeito. Hoje em dia não é frequente.
Ainda teremos saudades da velha teocracia iraniana.
Lei talibã permite que os maridos batam nas mulheres, desde que não partam ossos nem deixem feridas visíveis.
Conflitualidade entre os Estados assumiu um nível perverso.
'Subsídio de fixação' da guarda prisional não é estendido à PSP, GNR, Polícia Marítima e PJ.
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