"São todos ladrões, querem é tacho!” Não há frase mais demolidora e que tanto mine a democracia. Tratar os políticos a partir deste pesado motor irracional destrói a confiança na existência de um bem e de uma causa comum. É o que faz o populismo de extrema-direita convertendo cada político num bandido, mas é o que faz também o populismo do BE ou do PC com a conversa do “eles” e dos “grandes interesses”, que, claro, tudo explicam conspirativamente. Como se não bastasse esta fatalidade, que as redes sociais mais incendeiam, veio agora o espectáculo das comissões de inquérito da Assembleia da República completar o festim apocalíptico: deputados feitos polícias maus, e a actividade executiva escrutinada como se fosse da sua natureza ser criminosa, geram uma onda de suspeição que mata a nobreza da democracia.
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Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.
Sem intermediação religiosa
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