Outro dia perguntei à minha mulher se se lembrava de determinado sítio, rodeado de freixos e choupos, e onde havia uma boa meia-dúzia de grelhadores disponíveis para um piquenique à beira do rio. Olhou-me como se eu estivesse a falar de Marte. Que não. “Grelhadores?” Sim, à beira do rio. Onde? Quando fomos de terra em terra, durante a pandemia. Uma princesa atravessou o rio, vinda de Espanha no século XVI. Um castelo gótico, cisterna, igreja, torre de menagem. “Ah”, disse ela, “Amieira do Tejo.”
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