Se me é permitido saio hoje da minha área habitual para lembrar, ao abrigo da experiência pessoal (um dos valores da velhice) que o Mário Moniz Pereira, para além de tudo o que sobre ele foi dito, escrito e mostrado na hora em que fisicamente nos deixou, foi excelente praticante desportivo, em várias modalidades, num tempo em que essa postura (hoje pouco comum) era usual a nível de campeonatos universitários e não só porque os clubes a usavam na mesma medida. Fiquei sempre atrás dele no triplo salto, nas corridas, nos lançamentos e noutras práticas com bola, mas nunca deixei de admirar as qualidades que dele fizeram um exemplo que ficará para a História.
Tive a honra de partilhar com ele (e outros da nossa geração, que também já partiram) pistas e outros espaços desportivos, agradecendo a Deus a felicidade de o recordar no tempo dessa saudável competição. Relembro que já lá vão mais de sete décadas de quando a sua qualidade de exemplar e multifacetado desportista começou a forjar-se, quer vestindo a camisola do INEF, quer a do Sporting, como sinto grande magoa por não ter tido forças para estar presente no ultimo adeus a um "antigo" companheiro nas pistas e em atividades diretivas do clube da nossa paixão. Mas com a grata certeza de que todas as "glórias" que formou com génio, talento e no cumprimento de um sonho tornado realidade não faltaram a essa despedida na companhia dos amigos e de bastantes fadistas. Descansa em paz!
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E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Há quem julgue que criticar por criticar dá tecto às pessoas.
Já se sabia que o jogo de Francesco Farioli tem muita rigidez.
Com um líder genuíno, há união, coordenação e resposta eficaz da proteção civil.
Quase ninguém confronta o essencial: uma semana depois, mais de 200 mil pessoas continuam sem luz e o Plano Europeu de Proteção Civil nem sequer foi acionado.
Quem escreve os discursos do PM não conhece bem a importância das palavras.