Bruno Pereira
Presidente do Sindicato Nacional de Oficiais de PolíciaAtualmente debatem-se os requisitos de admissão à PSP. Há uns anos aumentou-se o limite máximo de idade de 28 para 30 anos. E porque não para 50 anos ou sem limite, como nos EUA? As novas gerações encaram o mercado de trabalho priorizando a qualidade de vida, mais que a estabilidade laboral. A ligação eterna à PSP passará, necessariamente, por compromissos temporários, enquanto for assegurado o bem-estar. Esta realidade não é um problema, mas uma oportunidade, se a PSP se preparar. Numa altura em que apenas falta exigir quotas de acesso por credo, raça, etnia ou ori- entação sexual, porque não assumir a nossa orientação humana e sermos uma Polí- cia verdadeiramente inclusiva? A lei define um sistema de quotas de emprego para pessoas com deficiência (exclui as Forças de Se- gurança). Não sendo imposição, torna-se uma exigência ética integrar nos quadros da PSP pessoas com deficiência para certas funções. Acredito que num de- bate sem preconceitos surjam ideias a integrar numa estratégia de aumento da atratividade da PSP, assim como a descentralização de competências, a desconcentração de serviços, o trabalho à distância e o investimento na melhoria substancial da remuneração. Invistam no maior ativo da PSP, os membros da Família Azul Polícia, e o pilar da Segurança sairá reforçado.
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Há quem julgue que criticar por criticar dá tecto às pessoas.
E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Com um líder genuíno, há união, coordenação e resposta eficaz da proteção civil.
Já se sabia que o jogo de Francesco Farioli tem muita rigidez.
Quem escreve os discursos do PM não conhece bem a importância das palavras.
Um modesto contributo. Uma reflexão para futuros frente a frente. Porque daqui a três anos teremos de novo eleições.
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