Pode não parecer, pode não haver fumo, podem não ter sido chamados os bombeiros, pode até nem cheirar a queimado, mas a RTP está a arder. O desastrado consulado de Nicolau Santos e do seu colega administrador a quem o mercado continua a chamar ‘O Patusco’, levou a estação pública ao atual estado de calamidade. Há semanas foi anunciada a exoneração da Direção de Informação e numa declaração recente Nicolau debitou que “todas as pessoas perceberão que um canal que estará com audiências abaixo de todos os outros canais concorrentes não se pode manter nessa situação”. Pretendia com essas palavras, de certa forma, justificar a sua medida com o fracasso da RTP 3. Curiosamente, José Fragoso, o Diretor de Programas da RTP 1 que tem, usando as palavras de Nicolau, “audiências abaixo de todos os outros canais concorrentes”, não só se mantém no cargo como ainda fica a dirigir a RTP Internacional e passa a comandar a RTP África...
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Defendo, há muito, muito maiores responsabilidades para as autarquias na prevenção dos incêndios
Transmissão do jogo Betis-Sporting de Braga teve 790 mil telespectadores.
Nos últimos dias muito se escreveu sobre Cristina Ferreira e a sua polémica “pergunta” (retórica!).
Em qualquer dos cenários, o Presidente descobre-se, novamente, senhor em casa alheia. E aguarda, apreensivo e inerme, que lhe abram a porta.
Enquanto esperamos mais uns cinco séculos para se decidir se se faz um Museu dos Descobrimentos, vão-se fazendo pequenas descobertas para acrescentar conhecimento e descobrir uma verdade que aterroriza tantos: o passado existiu.
‘Por dentro da manosfera’ é um murro no estômago.
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