Pinto da Costa, seja em Vigo ou na rua Costa Cabral, fala, sempre, com o mesmo calor, seja de dia, seja de noite. Ninguém consegue vergar a sua capacidade, o seu conhecimento, a sua destreza mental, fale de fruta ou de arbitragens, de Corona ou da proteção aos craques. Tem toda a razão do mundo quando apela à necessidade de se defender os artistas da bola dos caceteiros. E tem, também, a consciência, aposto, de que nem os mais distraídos portistas se esquecerão de que a equipa está a oito pontos de atraso do Sporting.
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A decisão sobre o caça a adquirir é sobre a relevância operacional que Portugal quer para a Força Aérea.
Adiar o que é urgente apenas agrava o descontentamento e afeta a motivação de quem serve diariamente o país.
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