O negócio da renovação/refinanciação da frota da TAP no período pós-privatização (12 de novembro de 2015) é uma das questões mais polémicas da empresa. O atual administrador financeiro (CFO), Gonçalo Pires, veio dizer esta semana que 14,6% do total das receitas da transportadora está reservada para o pagamento das rendas dos aviões. Vejamos então o que se passou: logo após a venda ao consórcio Atlantic-Gateway de Neeleman e Humberto Pedrosa, foi celebrado um acordo da TAP com a companhia Azul (do próprio Neeleman) para a utilização de dois aviões Airbus A330-200 em regime de aluguer operacional. A renda por estes aviões foi fixada em 450 mil dólares/mês por cada um (400 mil euros ao câmbio atual). Um dos aviões iria reforçar a rota da América do Norte, o outro nem sequer voava e ficaria de reserva para qualquer eventualidade. Mais, os novos donos decidiram substituir os seis aviões Fokker da Portugália e os oito ERJ145, por aeronaves Embraer 190. Para tanto os leasings daquelas aeronaves, que estavam ao serviço da Azul, passaram todos para a Portugália, e começaram a voar com a marca TAP Express.
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