Quebrado o silêncio conveniente sobre a Caixa Geral de Depósitos, avançou o debate sobre o inquérito parlamentar.
Logo vieram os cínicos e os senadores a terreiro. Uns dizem talvez ao inquérito mas preferem uma auditoria forense.
Outros gritam: alto, que a CGD é demasiado importante para ficar à mercê da coscuvilhice política.
Vamos a ver se nos entendemos: a CGD tem 70 mil milhões de euros dos portugueses à sua guarda. Para os defender, que venha um inquérito parlamentar, a auditoria forense, uma investigação judicial ou mesmo a guarda venatória.
A CGD é demasiado importante para ficar nas mãos das mesmas elites que a têm destruído.
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