Afinal o Reino Unido vai ou não abandonar a União Europeia (UE)? As notícias que chegam da velha Albion são tão densas quanto os seus nevoeiros… Para já temos apenas um referendo cujo resultado não terá sido muito convincente.
Por outro lado, as autoridades do Reino Unido ainda não acionaram qualquer pedido formal de saída. Por isso, parece que a atual primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, tida como uma política experiente, quer jogar numa estratégia de usura – que o mesmo é dizer de longo prazo – onde obviamente os interesses de Londres gozam de prioridade. Entretanto, face à onda de indignação assumida por vários líderes europeus, há quem defenda que Bruxelas também deveria fazer uma autocrítica sem a qual não se avançará.
É de recordar que ao ingressar na então CEE, em 1973, o Reino Unido apostou essencialmente nas sinergias de um projeto de desenvolvimento económico no qual os objetivos puramente políticos ou de solidariedade ocupavam um lugar secundário. Entende-se, assim, que a frustração britânica encontre algum eco nas populações de certos Estados-membros, que sentem aumentar cada vez mais a distância que as separa das instituições comunitárias.
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