Chocou-me menos (porque me fez rir) a gafe e a subsequente mentira descarada sobre o número de viagens de Estado feitas pelo atual presidente, que pretendia apenar desviar atenção pública do embaraço da carne picada, do que vê-lo berrar para plateia em delírio do Vox. Ventura elogiava a onda de violência contra os migrantes em Múrcia e apelava à prisão do chefe do governo espanhol. No entanto é este líder do agora segundo maior partido na Assembleia da República que pode tornar Seguro, ex-líder do PS, no homem providencial do centro-esquerda ao dar-lhe a vitória, se houver segunda volta, nas presidenciais. É essa a razão do tabu, que deve ser desfeito mais logo. Se se apresentar às presidenciais, Ventura pode afundar o barco de Gouveia e Melo, com parte da direita e centro-direita dentro. Por outro lado, endossar o almirante da campanha das vacinas é perder a oportunidade da vaga de fundo que o partido da direita radical pretende surfar nos próximos meses, já nas autárquicas.
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O liberal e o almirante podem agradecer ao novo comentador.
Portanto, tudo o que é demais enjoa ou faz mal, tudo o que sabe muito bem pode em excesso fazer muito mal.
A pré-campanha fraquinha tornar-se numa campanha ‘Agora ou Nunca’ – nome daquele programa da RTP do célebre "ponha, ponha".
O fato-troféu de Maduro está à venda por mais de 200 "paus".
Também Noriega foi acusado de liderar narcotraficantes.
Lavrov acusa a Ucrânia de atacar a residência de férias de Putin.
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