O narcotráfico é um problema transnacional ou seja, para esta indústria prosperar não contribui apenas a primeira linha de produção e os cartéis que dela beneficiam. Armas, transformação de matéria prima e apoio logístico provêm de organizações criminosas americanas. Quanto à usurpação do recurso petróleo é uma quimera financeiramente ruinosa que surge em contraciclo. Também aquilo que, atónitos, soubemos no sábado tem pouco a ver com a patranha de 2003 - que se revelou posteriormente, um descalabro sobretudo para os iraquianos. Dois anos depois do 11 de setembro, os EUA tentaram congregar a comunidade internacional em torno de uma ameaça comum – o terrorismo -; agora fizeram uma ação militar direta e unilateral que apenas lembra a do Panamá no contexto da Guerra Fria. Também Noriega foi acusado de liderar uma organização de narcotraficantes. Não há dúvida de que a Venezuela é uma ditadura, falida e corrupta. Também não há dúvida que a mesma Europa, que passeou Chávez, agora encolhe-se face à intervenção ilegal dos EUA. A sobrinha já não pode contar com o Tio Sam e claramente ainda não percebeu.
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