Lembrei-me da pata direita do cavalo de D. José, que afinal era a esquerda, por não estar fletida. Não tenho a certeza de ser a melhor forma de começar este texto; com uma velha anedota sobre uma estátua numa das principais praças de uma cidade onde só os pombos parecem ser os mesmos de sempre. Talvez o equilíbrio renhido entre a coligação de ‘Por ti, Lisboa’ e a que reuniu PS, L, BE e PAN se deva sobretudo ao descarrilamento do elevador e as vítimas mortais - desgraçadamente, na sua maioria, turistas, afinal aqueles para os quais a cidade se tem erguido. Se não fora isso, provavelmente Moedas tinha encostado mais rapidamente Leitão às ‘boxes’. A coligação de João Ferreira - sem dúvida o mais bem preparado - preferiu enjeitar o legado de Jorge Sampaio. Em dezembro de 1989, havia dez anos que a coligação CDS/PSD mandava na cidade. Para quem se queixa, o então presidente, Krus Abecasis, tinha querido uma feira popular em frente aos Jerónimos e enfrentado críticas por causa do incêndio no Chiado, por ter bloqueado com mamarrachos a Rua do Carmo. O PCP/ PEV (CDU) tinha então mais votos em Lisboa para as autárquicas do que o PS, mas, ainda assim, foi possível a união de facto das esquerdas, com o PS, PCP, MDP, PEV, UDP e PSR contra o dinossauro. Em 2025 só pesou a rejeição da ‘geringonça’ com Costa...
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