Felizmente regressaram os portugueses embarcados na flotilha que ia para Gaza – menos para entregar ajuda humanitária, uma gota face às necessidades existentes, mais pela intenção política de desviar as atenções da opinião pública mundial para o Mediterrâneo. Nesse aspeto foram bem-sucedidos. A ação serviu igualmente para tomarmos o pulso ao estado em que estamos globalmente – fraturados, em frangalhos. A política como os clubes de futebol no tempo dos holigans.
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Irrita-se e pede que lhe abram a janela: "Ó senhor guarda, desapareça!”.
Entre 1971 e 1973, esteve na guerra como alferes miliciano médico.
O mandato do novo Presidente vai ser mais difícil.
Foi criado pelos americanos durante a Segunda Guerra Mundial quando houve racionamento.
Ironicamente, o regime pode agradecer a quem agora lhe matou o líder.
Hoje o mundo não está necessariamente mais perigoso do que no século XX.
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