Felizmente regressaram os portugueses embarcados na flotilha que ia para Gaza – menos para entregar ajuda humanitária, uma gota face às necessidades existentes, mais pela intenção política de desviar as atenções da opinião pública mundial para o Mediterrâneo. Nesse aspeto foram bem-sucedidos. A ação serviu igualmente para tomarmos o pulso ao estado em que estamos globalmente – fraturados, em frangalhos. A política como os clubes de futebol no tempo dos holigans.
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