Fernanda Cachão
Editora da Correio DomingoAs islandesas fizeram greve, e até a primeira-ministra, Katrín Jakobsdóttir, não trabalhou. Na terça-feira, a Islândia podia ter ‘fechado para obras’. Os homens asseguraram as tarefas que puderam; as domésticas, aquelas relacionadas com os filhos, a leitura das notícias na televisão; nas fábricas, nas caixas dos supermercados, nos cabeleireiros, nos hospitais; o serviço em restaurantes e cafés, no secretariado em escritórios e multinacionais; nos ‘call centers’, nas creches e nas escolas, enfim na miríade de empregos associados ao género feminino e por isso, mal pagos ou nem sequer pagos de todo.
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