Alfredo Leite integrou a pool de jornalistas internacionais que pôde agora entrar em Gaza. Foi o primeiro jornalista português a fazê-lo e a reportar que “84% do território está destruído, enquanto na cidade de Gaza a devastação completa dos imóveis possa atingir 92%” - conta nesta edição. Desgraçadamente para a população, que resiste apesar da força bruta que provocou a destruição colossal que melhor serve à expressão - e ‘não ficou pedra sobre pedra’. Análises da BBC Verify, baseadas em satélite, indicam que pode haver mais de 60 milhões de toneladas de destroços à espera de remoção. Como se a resposta de Israel ao terrorismo não pudesse ser menos do que um cataclismo de proporções bíblicas - não há outra forma de o descrever, até porque, ironicamente, é a que melhor serve naquele local, centro histórico para as três religiões do Livro.
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A pergunta de Mahmoud A. Rehan ao jornalista Alfredo Leite é esmagadora.
A batalha naval poderia ter sido de Gouveia e Melo.
Hoje mais do mais do que nunca é preciso bom jornalismo.
Portugal abriu a globalização com caravelas e foi um país colonialista.
A questão dos livros foi uma inundação lenta.
A reforma de Montenegro parece ter sido feita a pensar noutro país.
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