Fernanda Cachão
Editora da Correio DomingoÉ claro que em época de Tik Tok, as quase três dezenas de debates televisivos para as Presidenciais 2026 terão provavelmente influência curta no momento da escolha do sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa. Mais do que é dito, valem provavelmente as notas dos comentadores… No domingo, a batalha naval poderia ter sido de Gouveia e Melo, até porque não tinha pela frente um porta-aviões. Se não ganhou a Catarina Martins - a troca de opiniões foi quentinha, mas para dormir - é de pensar que despida a farda, que projetava autoridade (que muitos admiram, admito), o que revela não é rasgo. Quem é este homem? Entre sê-lo e parecê-lo, o almirante projetou até agora o segundo. Cavaco tinha sido primeiro-ministro, Soares esteve sempre, Sampaio vinha de um mandado bem sucedido na capital. Marcelo entrava-nos em casa. Eanes nunca teve comparação. Já o almirante Gouveia a Melo é como aquele convidado que vai pela primeira vez a uma festa. Ansioso com a oportunidade, aparece antes de todos. Mas como ninguém o conhece terá de arranjar maneira de se destacar. E nesta fase, já não chega a liderança do processo de vacinação.
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