Vem de longe a tradição dos burlões portugueses. Não me refiro a banqueiros que nos últimos anos castigaram severamente o país. Estes são de uma outra casta. Escrevo sobre o burlão pindérico. Aproveitando a ganância da vítima, usa a astúcia para os encaminhar para o castigo, isto é, levar-lhe a massa que tem no bolso.
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E o que fazemos? Seguimo-lo, medrosos, serviçais.
Não passa de um tiro de pólvora seca que o prejudica.
É bom que as autoridades europeias não abrandem a pressão.
Os jornais interpelam os leitores. Precisam de mais tempo, de melhor explicação, numa palavra, de melhor informação.
Variável humana não construiu uma cultura de segurança que diminua o risco na condução.
Que a Justiça não tenha compaixão com os novos bárbaros.
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