As serranias gemem de dor enquanto o fogo enlouquecido varre as encostas, matando aquilo que está a sua frente. Floresta, casas, animais. Um dó de alma. De longe, vemos as mesmas imagens que já conhecíamos dos outros anos. Populações aflitas, bombeiros cansados e sempre as chamas a lembrar-nos o desvario do fogo. Nem sempre foi assim. Quando os campos eram habitados, os laços solidários das vizinhanças transformavam os habitantes na primeira leva de bombeiros. Os governos, e já são muitos, desprezaram dois terços do País. É natural. Não há pessoas, logo não há votos. E tornaram-se cúmplices desta agonia de morte que varre, e faz sangrar, o País.
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