Há um aforismo popular que diz que olhos que não veem, coração que não sente. Aplica-se ao caso do Bombeiro que espancou a mulher e o filho na Ilha da Madeira. No desvario da violência, foi captado por uma câmara de videovigilância durante o cometimento do crime e o País conseguiu assistir a um episódio que por mais que seja relatado pela comunicação social, ao longo de anos, é uma abstração. São palavras e estas leva-as o vento.
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Nem o País, nem o crime passam da cepa torta.
Lamento que os tribunais não tenham valorizado o comportamento do delinquente.
Não há dúvidas. Este país não é para ingénuos.
Basta pegar no telemóvel e informá-los que vai chamar a Polícia de trânsito.
Polícias recebem, em média, 30 mil queixas de violência doméstica.
Ganhou uma verdadeira tribo de inimigos, a maioria deles raivosos, que farão de cada derrota uma festa.
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