Ainda em choque com a morte do Papa Francisco, a mais luminosa e brilhante mente que pontificou neste século, percebe-se do muito que com o seu fim perdemos, perdemos a voz mais forte e mais firme em defesa da paz. Fica-nos um deserto de estadistas. De homens assim valentes que não se calam seja qual for a mensagem que trazem no coração. Resta-nos um Trump em desvario, instável, aliado de facto, do czar Putin. E no meio destes dois predadores fica a Europa, assustada e hesitante, perdida no meio da loucura que varre os nossos dias.
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Nem o País, nem o crime passam da cepa torta.
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Polícias recebem, em média, 30 mil queixas de violência doméstica.
Ganhou uma verdadeira tribo de inimigos, a maioria deles raivosos, que farão de cada derrota uma festa.
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