As atuais sociedades determinadas pelo consumo, pelo individualismo, marcadas pelo egocentrismo desestruturam as relações de solidariedade vertical. A ideia de família circunscreve-se cada vez mais, cortando laços com os mais velhos que, por se tornarem improdutivos, são afastados para as periferias habitadas pela solidão. O avô perde crescentemente influência na comunhão familiar, é amputado dos lugares do afeto, remetido para Lares ou Casas de Recolhimento, afastado dos seu e do mundo. Ou, então, ficam sozinhos num monótono passar dos dias sem uma palavra ou um gesto de atenção. Na verdade, são tratados como trapos velhos.
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Não passa de um tiro de pólvora seca que o prejudica.
É bom que as autoridades europeias não abrandem a pressão.
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Variável humana não construiu uma cultura de segurança que diminua o risco na condução.
Que a Justiça não tenha compaixão com os novos bárbaros.
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