Germano Almeida
Especialista NOWNão, o título não é exagerado. Muito menos ofensivo. Ofensivo é o comportamento do Presidente dos Estados Unidos da América. O tempo não está para paninhos quentes: está para clareza. Na Casa Branca está alguém que não se dá ao respeito, ataca aliados, quer destruir a UE, chama-nos fracos e ingratos, calunia adversários e até quem lutou e morreu pelos EUA. Uma vergonha. Uma ignomínia. Uma vergonha que Trump repita esse comportamento, mas também uma vergonha para quem feche os olhos, assobie para o lado e insista em "falsas equivalências". Se Kamala teria sido melhor? Um ano depois, quem de boa fé poderá ter dúvidas disso? Parece que só mesmo os sonsos que ainda dizem que "Kamala, se calhar, era igual ou pior". E as mortes do ICE nas ruas americanas? E as mentiras sobre o comportamento das tropas não americanas no Afeganistão? Algum pudor, sff. Desde que na campanha de 2016 insultou e gozou com John McCain por "ter sido apanhado", Trump achou que podia agir como um perfeito idiota. Sabem porquê? Porque, mesmo fazendo coisas inomináveis como essa de difamar um herói americano, foi eleito duas vezes (duas!) pelos pouco exigentes eleitores norte-americanos. Sucede que Trump percebeu que passou linhas vermelhas que até parte do seu eleitorado censura. Percebeu, finalmente, que já não pode ser um perfeito idiota.
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Na Casa Branca está alguém que não se dá ao respeito
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