A DGS inaugurou uma campanha onde mostra Lisboa e outros locais invadidos por um vistoso vírus. Sobre estas imagens, a pergunta: ‘Se o pudesse ver... sairia de casa?’ A resposta, para a DGS, é não. ‘Fique em casa, salve vidas’. Mas até quando será tolerável manter o país em cativeiro? Até chegarmos aos 2 mil casos diários? E depois? Que faremos se os números começarem a subir com a reabertura? E se as novas variantes se revelarem mais contagiosas? E se as vacinas não forem suficientemente eficazes perante todas as mutações?
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Não vale a pena fingir que a captura de Nicolás Maduro se fez em nome do combate ao narcotráfico.
Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
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