O país passou a semana a discutir a bondade e a constitucionalidade de três diplomas que alargam os apoios sociais. Entendo essa discussão. Não contribuo para ela. Para começar, qualquer ajuda às famílias que a pandemia atingiu é, por definição, escassa. E, para acabar, se a Constituição fosse sempre para levar a sério, jamais teria havido aumento da despesa em 2020, à revelia do Orçamento.
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Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
Desde Carlos I, em meados do século XVII, que um membro da família real não conhecia as agruras do cárcere.
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