Donald Trump venceu as eleições de 2016. Mas, tirando essas, onde estão as outras vitórias? Não estão. Como lembrava recentemente David Frum, um antigo assessor de George W. Bush, Trump perdeu as intercalares de 2018; perdeu as presidenciais de 2020; perdeu o Senado em 2021; e perdeu agora estas. Certo: ainda não sabemos se os republicanos voltam a controlar o Congresso. Mas sabemos que a maioria dos ungidos pelo Donald foi higienicamente enxotada pelos eleitores. Quebrou-se o feitiço.
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O estilo lúdico de Marcelo é o melhor de Marcelo: num país ‘engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano’, terei saudades deste jogral.
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
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