O ódio da esquerda a André Ventura tem dias. Quando o homem está no seu elemento natural, é a pura encarnação do diabo. Mas quando veste o traje socialista que o define economicamente, é ver os camaradas em rasgados elogios. Aconteceu com a mudança de posição sobre a nova lei laboral. Que ‘faro político’, exclamaram os camaradas! E que renovada esperança no chumbo deste pacote maldito! Se a coisa continua neste tom, é de temer que o canonizem ainda em vida.
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Fernando Mamede é o oposto deste tempo ruidoso em que todos os medíocres têm uma confiança ilimitada nos seus nulos préstimos.
Até chegarmos ao primeiro-ministro, capa e collants, a esvoaçar sobre um país em emergência permanente.
Aproveitar o embalo para crescer eleitoralmente e tentar ultrapassar os quase 2 milhões de votos que Montenegro obteve nas últimas legislativas.
O bully pode parecer imparável - até ao dia em que alguém o pára.
Não levo a sério estes defensores intermitentes da liberdade de expressão.
O apoio do centro-direita à sua vitória não está em causa.
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