Confesso que falhei. Há uns tempos, perguntei honestamente se a posição do PCP sobre a invasão da Ucrânia não acabaria por beneficiar o partido. O que para uns é uma exibição cruel de desumanidade, para outros pode ser uma atitude ‘corajosa’ (ou ‘coerente’): a paixão pelas brutalidades do Kremlin sempre animou os espíritos nostálgicos.
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Não vale a pena fingir que a captura de Nicolás Maduro se fez em nome do combate ao narcotráfico.
Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
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