As sondagens valem o que valem, diz o cliché, e as últimas deste CM valem menos do que se pensa. O PSD está à frente? Por pouco e, sobretudo, não por mérito próprio, já que o partido continua com os mesmos 24,1%. A queda é do PS, acentuada, mas não eterna: os socialistas têm um eleitorado fiel que, aconteça o que acontecer, votará sempre no chefe de plantão. Se o PS resistir à TAP e se o dinheiro começar a chegar aos bolsos dos nativos, as coisas invertem-se outra vez.
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Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
Pedro Passos Coelho quer reformas – e empurra o governo para os braços do Chega.
O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.
É só o fim das certezas fáceis.
Eis, finalmente, os três anos de estabilidade e diálogo que o Presidente Seguro tão generosamente nos prometeu.
O destino do conflito será decidido entre o impulso de parar já e a suspeita de que parar agora pode sair mais caro do que continuar.
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