As sondagens valem o que valem, diz o cliché, e as últimas deste CM valem menos do que se pensa. O PSD está à frente? Por pouco e, sobretudo, não por mérito próprio, já que o partido continua com os mesmos 24,1%. A queda é do PS, acentuada, mas não eterna: os socialistas têm um eleitorado fiel que, aconteça o que acontecer, votará sempre no chefe de plantão. Se o PS resistir à TAP e se o dinheiro começar a chegar aos bolsos dos nativos, as coisas invertem-se outra vez.
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O bully pode parecer imparável - até ao dia em que alguém o pára.
Não levo a sério estes defensores intermitentes da liberdade de expressão.
O apoio do centro-direita à sua vitória não está em causa.
Uso generalizado da IA estaria a transformar os alunos em ‘cretinos digitais’ e a corromper o ensino.
Os aliados riam-se da petulância e continuavam a viver à sombra da bananeira americana.
Luís Montenegro vai a votos no domingo. Não é gralha. Um partido - qualquer partido - tem sempre o seu candidato presidencial.
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