Especialistas diversos já tinham avisado: o frente-a-frente entre António Costa e Catarina Martins era o mais importante da pré-campanha. Obedeci. Sentei-me em frente à televisão e, meia hora depois, acordei. Tive que rebobinar tudo e, com a ajuda de substâncias lícitas, lá encontrei a nossa Catarina, temente e obediente, a fazer de conta que debatia com Costa.
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Não vale a pena fingir que a captura de Nicolás Maduro se fez em nome do combate ao narcotráfico.
Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
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