Quando o governo apresentou o seu ‘pacote’ para a habitação, senti no ar um cheiro intenso a borracha queimada. Eram os donos de imóveis a travarem a fundo nos novos contratos de arrendamento e a venderam o seu património. Conheço três casos próximos. Não foram os únicos. Leio no ‘Expresso’ que um barómetro da Associação Lisbonense de Proprietários concluiu que 20% dos quase 800 proprietários ouvidos no estudo venderam as casas que tinham para arrendamento. Outros 20% fizeram aumentos extraordinários de renda para fugir ao tecto de 2% imposto pelo governo nos novos contratos.
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Dizem que Trump está louco. Não está: usa a retórica de um alienado para que o mundo acredite que é capaz de tudo – até do impensável nuclear.
Por que motivo haveria de ser diferente no Tribunal Constitucional, se os socialistas também tivessem um lugar à mesa?
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
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