Mariana Mortágua é como certas cabeças reinantes: não aprendeu nada e não esqueceu nada. Na hora da despedida, lá surgiu perante os seus fiéis, paramentada com o inevitável lenço palestiniano, muito orgulhosa do trabalho feito pelo Bloco. Não houve uma dúvida, uma autocrítica, um arrependimento - muito menos um pedido de desculpas. Se o Bloco está em vias de extinção, a culpa é da extrema-direita, não da coleção de delírios que foi o seu consulado. Aliás, se o balanço é tão proveitoso, não se percebe por que motivo a dra. Mariana aconselha ao sucessor ‘mudar quase tudo’. Não seria mais coerente continuar a obra feita e, quando o tempo amainasse, organizar nova flotilha para resgatar eleitores perdidos no Mediterrâneo?
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Eu, no lugar do dr. Pureza, começava desde já a procurar um colete salva-vidas.
Se este cenário se confirmar, não teremos apenas dois nomes ‘anti-sistema’ a disputar o vértice do sistema.
Bem vistas as coisas, as manobras da defesa são favores que José Sócrates nos faz.
Só os ucranianos podem decidir sobre o assunto, não cabendo aos europeus dar a resposta por eles.
Se a esquerda prefere perder as eleições a engolir Seguro, são dois vazios que Cotrim preenche.
Sobre o 25 de Novembro, nova acrobacia dos camaradas: a data tem pouca relevância porque o PREC e a tentativa de golpe das esquerdas revolucionárias foram só a brincar.
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