Gostei de ler uma ‘carta aberta’ (ridículo conceito) que um grupo de ‘personalidades de esquerda’ (idem) publicou por aí. Não é todos os dias que vemos uma tão pornográfica bajulação do poder e um apelo tão visceral à (auto)censura dos jornalistas. De tal forma que, ao ler a carta, pensei que fosse uma paródia: é preciso ter um nível invulgar de idiotice para pedir em público o que normalmente alguma esquerda faz em privado.
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Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
Desde Carlos I, em meados do século XVII, que um membro da família real não conhecia as agruras do cárcere.
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