Cresce a certeza de que este governo é um morto-vivo. Mas, ao contrário do que sucede nos filmes, ninguém defende que o morto-vivo tenha finalmente o descanso que merece.
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A tentação de ir às urnas não será um exclusivo da oposição.
Quem se preocupa com a ‘influência’ de Ventura talvez devesse prestar mais atenção à ‘abrangência’ dos seus apetites eleitorais.
A guerra contra o Irão obedeceu à lógica das matrioskas.
O sucesso de um eventual acordo passa por duas questões fundamentais.
Quando o opressor não corresponde ao quadro mental dos ‘humanitários’, é indiferente que Ana Margarida Baptista esteja do lado certo.
Porque a diversidade e o pluralismo só existem quando o Estado se mantém neutro, ou tendencialmente neutro, perante diferentes concepções do bem.
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