Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos têm uma tarefa difícil na questão do Orçamento do Estado. Estamos perante a cartilha política e contabilística da ação governativa no próximo ano. Deseja-se, como sempre, um compromisso entre ideias diferentes ou mesmo divergentes. Os eleitos e de modo especial os líderes dos dois maiores partidos enfrentam o atestado de incompetência de já três eleições Legislativas em cinco anos, a completar no próximo domingo, quando os mandatos são para quatro anos. Perante os factos, o desejável seria esmiuçar as divergências, com as partes a explicarem as suas convicções. Porém, recorre-se mais ao evocar de um exemplo afim, com Marcelo Rebelo de Sousa, líder do PSD entre 1996 e 1999, a viabilizar os Orçamentos do Estado do Governo PS de António Guterres. Omite-se na comparação a proximidade existente entre os dois protagonistas que caldearam os seus ideais de justiça com os mesmos princípios da doutrina social da Igreja Católica. A conjuntura atual é diferente. Exige o explicar das convicções orçamentais com clareza e números. E poupar o país a manhosices do tipo da perpetrada por Guterres no segundo mandato, quando criou um pântano político com o ‘deputado do queijo limiano’.
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