A semana começou com dois fenómenos sensacionais de desrespeito pela civilização ocidental. O que aconteceu no Museu do Louvre, em Paris, e no núcleo de sócios do Sporting de Carregal do Sal merece ser contado até porque, apesar das distâncias, dificilmente escapam a comparações pela ousadia tresloucada com que foram cometidas essas ações. Enquanto no coração da Europa, um sujeito atacava a obra-prima absoluta de Leonardo da Vinci ocorreu, no coração da nossa Beira Alta, ver-se um outro sujeito atacar a obra-prima absoluta do dirigismo nacional, o presidente do FC Porto.
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Hjulmand provou ser de modos impecáveis
Temo a chegada do dia em que estabelecimentos como estes desapareçam do mapa da minha cidade
Sporting é um caso de estudo.
Sinto-a como um glorioso reduto da Lisboa que vai morrendo para que outra Lisboa nasça
Sigo devotamente os torneios de sumo e digo-o não por presunção, mas porque é esquisito o caminho que me levou até lá.
Os presentes que mais gostei de receber e de que guardo as memórias mais doces.
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