Pizzi já não mora no Estádio da Luz. Mora agora na Turquia e defende as cores do Basaksehir, nome dificilmente pronunciável e longe de ser o expoente dos expoentes do futebol turco. Foi o que se conseguiu arranjar para o "capitão" do Benfica aos 32 anos e com mais um ano e meio de contrato na Luz. Lá seguiu Pizzi para o outro extremo da Europa carreando um palmarés digno de inveja. Quatro títulos de campeão nacional, 1 Taça de Portugal, 2 Taças da Liga e três Supertaças, um conjunto de títulos que nenhum dos novos jogadores do Benfica conseguirá igualar pelos tempos mais próximos. Do quadro de jogadores do Benfica nesta temporada de 2021/2022 apenas André Almeida apresenta um palmarés ao nível do de Pizzi, proeza que nada lhe valeu na noite da última segunda-feira, em Tondela, porque foi fortemente assobiado pelos adeptos benfiquistas presentes – e sempre eram alguns milhares de adeptos – quando, no fim do jogo, cumpria no relvado uma série de exercícios físicos juntamente com os demais colegas não utilizados por Nélson Veríssimo no desafio da última jornada da Liga.Pizzi mandou, diplomaticamente, o seu recado mal assinou pelo já referido clube turco. "Estava longe de pensar que este dia chegaria tão repentinamente, mas a vida de um futebolista é estar preparado para tudo e aceitar as mudanças." Já a sua mulher foi um bocadinho menos diplomata ao abordar o assunto nas redes sociais. "Mantenho o silêncio por respeito a ti e ao nosso Benfica." Um dos problemas do Benfica é, na realidade, o silêncio que envolve as origens da queda a pique da capacidade do Benfica de lutar pelos títulos que, em tempos não muito longínquos, somava com a naturalidade que deriva da capacidade. E o silêncio gera rumores e os rumores geram desacatos. É nisto que estamos.
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