O vai-vem-e-volta de jornalistas entre as redações e os departamentos de comunicação dos clubes produz situações trágicas aos olhos dos paladinos da ética jornalística e, tal como não podia deixar de acontecer, produz situações grotescas aos olhos do público em geral que gosta de se divertir com estas peculiaridades do futebol português, esse curioso espaço sociológico desprovido das regras do mais elementar bom senso em matéria de qualificações e estatutos profissionais extradesportivos. Queridos leitores, não depreendem deste considerando a menor das aversões contra a mobilidade profissional e social que é um direito de todos consagrado na nossa Constituição. Era só o que faltava vir alguém proibir os jornalistas de mudar de profissão em qualquer momento das suas carreiras em função de outros desafios mais aliciantes por mais contrários que sejam à essência da profissão que deixaram para trás. Ética, imparcialidade, exercício do contraditório, etc.
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Hjulmand provou ser de modos impecáveis
Temo a chegada do dia em que estabelecimentos como estes desapareçam do mapa da minha cidade
Sporting é um caso de estudo.
Sinto-a como um glorioso reduto da Lisboa que vai morrendo para que outra Lisboa nasça
Sigo devotamente os torneios de sumo e digo-o não por presunção, mas porque é esquisito o caminho que me levou até lá.
Os presentes que mais gostei de receber e de que guardo as memórias mais doces.
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