A grande vantagem dos momentos em que Israel e o Irão se confrontam directamente é clarificar certas coisas, como a Guerra de Gaza. Fica assim evidente que o que Israel ali está a fazer não é uma matança indiscriminada, um “genocídio”, como se diz com tanta facilidade, mas uma guerra contra o Hamas, cujo patrono é o Irão. O que faz de Gaza uma matança (cujos números exactos, aliás, desconhecemos, porque os que há são produzidos pelo Hamas) é o facto de o Hamas usar infraestruturas civis (hospitais, escolas, edifícios comuns) para combater Israel.
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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