Donald Trump continua a demolir metodicamente as fundações da ‘hegemonia mundial benevolente’ americana construída nos últimos 80 anos. Como quase sempre, ele não está completamente errado na avaliação dos problemas. O pior são as soluções que propõe. A aplicação universal de taxas alfandegárias a todos os países é mais um exemplo. Independentemente do método exacto usado para determinar essas taxas, que mereceria análise específica, deve perceber-se que elas tentam lidar com uma questão importante: a actual globalização baseou-se numa abertura dos EUA sem a reciprocidade correspondente dos outros países.
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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