Não admira que, com a qualidade do debate político existente em Portugal, certas coisas nunca se resolvam por cá, como os fogos rurais ou o atraso económico. Mal aconteceu o acidente do elevador da Glória, o espaço público, das cabeças falantes televisivas às páginas de opinião dos jornais, passando pelas inevitáveis “redes” e alguns políticos, explodiu numa vozearia prenhe de contos morais. Não faltaram parábolas sobre as causas do acidente. Duas sobressaíram.
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É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
Depois da primeira volta, Seguro tornou-se também o candidato de grande parte da direita.
O PR vai ser fundamental para encaixar as mudanças no sistema, não para as exacerbar.
Presidente da República não é chefe de facção, mas um poder moderador; intervém para equilibrar mecanismos políticos.
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