Durante duas semanas, o Presidente desapareceu do combate. Com razão? Sem razão? Não faço ideia. Mas, com razão ou sem ela, foi perturbante assistir à displicência farsante com que Marcelo viveu o momento. Pior: pela primeira vez no seu mandato, os portugueses vaiaram a cena.
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Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
Desde Carlos I, em meados do século XVII, que um membro da família real não conhecia as agruras do cárcere.
José Luís Carneiro anda a escrever cartas ao primeiro-ministro com uma intensidade apaixonada.
Passos são, como sempre foram, longos, tormentosos e politicamente incertos.
A ‘geringonça’ salvou a carreira política de António Costa e exportou-o para Bruxelas.
Luís Montenegro segue esta escola. A ministra da Administração Interna, jurista respeitável, desempenhava desde o início um papel que não era o dela.
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