Nunca sigas o teu primeiro impulso porque ele será sempre generoso". A frase é atribuída a Talleyrand. Na ‘mouche’. Quando reagimos, devemos pensar sempre no sorriso dos nossos inimigos. Razão pela qual, no conflito israelo-iraniano em curso, tenho dúvidas sobre a invasão terrestre de Gaza que Israel se prepara para fazer. Para além da mortandade de civis, que o Hamas usa como escudos, imagino o sorriso dos aiatolas iranianos, finalmente satisfeitos por afastarem os árabes sunitas de qualquer entendimento com Israel. Nesse universo alternativo, imagino Israel a retaliar de forma mais selectiva; a fechar o acordo de paz com os sauditas; a enxotar Netanyahu e os seus fanáticos do governo; e a retomar o diálogo com a Autoridade Palestiniana. Imagino, no fundo, as caras dos aiatolas sem um sorriso para mostrarem.
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É só o fim das certezas fáceis.
Eis, finalmente, os três anos de estabilidade e diálogo que o Presidente Seguro tão generosamente nos prometeu.
O destino do conflito será decidido entre o impulso de parar já e a suspeita de que parar agora pode sair mais caro do que continuar.
O PS tem aqui uma oportunidade única para fazer prova de vida contra o governo.
A saída de Rita Rato da direcção do Museu do Aljube é a discussão errada. A discussão certa seria saber como foi que Rita Rato lá entrou.
Ainda teremos saudades da velha teocracia iraniana.
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