Em 2005, para espanto do mundo, Israel deixou a Faixa de Gaza. Removeu os seus colonos, desenterrou os seus mortos e entregou as chaves aos palestinianos. No ano seguinte, o Hamas venceu as eleições legislativas e, não contente com a legitimidade democrática, inaugurou uma guerra civil com a Fatah de Mahmoud Abbas, expulsa do território à bomba e ao tiro. Depois, concentrou-se em Israel, com o lançamento permanente de rockets - e, a 7 de Outubro de 2023, com o pior massacre de judeus desde o Holocausto.
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Os tempos são outros e os candidatos também: se o povo não basta, talvez os fantasmas ocupem o lugar.
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Não vale a pena fingir que a captura de Nicolás Maduro se fez em nome do combate ao narcotráfico.
Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
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