Portugal arde. Razões? As habituais: acumulação de combustível e condições climatéricas adversas provocam estes desastres. Mas, antes deles, há a acção humana – ou, melhor dizendo, a inacção humana na gestão do mundo rural. Esse vazio não se resolve com milhares de bombeiros e centenas de aeronaves. Muito menos com um regresso idílico à província. Aliás, regressar para quê? Para erguer mais casas no meio de barris de pólvora?
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Desde Carlos I, em meados do século XVII, que um membro da família real não conhecia as agruras do cárcere.
José Luís Carneiro anda a escrever cartas ao primeiro-ministro com uma intensidade apaixonada.
Passos são, como sempre foram, longos, tormentosos e politicamente incertos.
A ‘geringonça’ salvou a carreira política de António Costa e exportou-o para Bruxelas.
Luís Montenegro segue esta escola. A ministra da Administração Interna, jurista respeitável, desempenhava desde o início um papel que não era o dela.
Já ficava feliz se o governo comunicasse com o país em português de gente.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos