Vladimir Putin não apareceu na Turquia para ‘fazer a paz’ com Zelensky. Porque não quer, dizem uns. Porque não pode, digo eu. Uma guerra não é um brinquedo que se liga e desliga. Em regimes autoritários, a guerra é normalmente um bom pretexto para consolidar o sistema ditatorial. Putin teme, e com razão, que a paz faça pela Rússia de hoje o que o Afeganistão fez pela URSS de ontem.
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Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
Desde Carlos I, em meados do século XVII, que um membro da família real não conhecia as agruras do cárcere.
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