Luís Tomé
Professor Catedrático de Relações InternacionaisEstá desvendado o “plano” de Trump para a guerra Russo-Ucraniana: desfazer a Europa e humilhar os tradicionais Aliados europeus dos EUA. A guerra na Ucrânia é o pretexto. O Presidente Trump já culpara o antecessor Joe Biden pela guerra na Ucrânia – não Putin. Antes de “negociar” com o Presidente da Ucrânia (país invadido), Trump teve uma conversa “promissora” com o Presidente da Rússia (país agressor) com quem iniciou “negociações” visando encontrarem-se “muito em breve”. E até disse que “não sabe se um dia a Ucrânia não será russa”! O seu Vice-Presidente, JD Vance, veio à Europa acusar os Governos Europeus de renegarem “valores fundamentais”, favorecerem a “imigração massiva” e suprimirem a “liberdade de expressão”, acrescentando ainda que as grandes ameaças para a Europa vêm “de dentro” – não da Rússia! E o seu enviado especial para a “paz” na Ucrânia, Keith Kellogg, também na Europa, disse que a Europa não fará parte das “conversações de paz” com a Rússia, e que os países europeus devem oferecer soluções concretas e aumentar as despesas militares em vez de se queixarem da ausência nas negociações. Depois das palavras, virão os atos.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
A guerra económica envolve outros atores para lá dos Estados.
Trump continua a não ter uma estratégia de saída da guerra
Trump tem razão numa coisa: agora é um "problema de todos".
Trump ainda não conseguiu explicar porquê nem o objetivo da guerra.
Irão optou por retaliar com tudo o que tem durante o tempo que puder.
A Rússia não conseguiu vergar a Ucrânia nem derrubar o Presidente Zelensky
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos