Sem que por cá alguém tenha dado por isso, o governo francês decidiu repatriar 16 mulheres e 35 crianças associadas ao grupo terrorista Estado Islâmico que estavam há anos retidas em campos de detenção na Síria. Entregues às milícias curdas YPG, estes campos são uma espécie de terra de ninguém, sem uma autoridade reconhecida internacionalmente que possa julgar aqueles que ali vivem. Sabendo que a situação é insustentável, os curdos têm insistido com os governos europeus para repatriar os seus nacionais. Mas, preocupados com as repercussões internas, os diferentes países têm preferido assobiar para o lado.
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