O presidente da EDP disse que o seu alto salário "equivale ao de um defesa direito de um clube do meio da tabela". A comparação está errada no detalhe, mas chama a atenção que António Mexia recorresse ao futebol.
São muitos os que criticam nos media e redes sociais os salários de gestores de topo, como se fosse proibido os accionistas de empresas privadas pagarem-lhes muito.
Vê-se que os críticos mascaram inveja com crítica política. O que não se vê: adeptos dum clube ou da Selecção escandalizarem-se com honorários de jogadores e treinadores. Pelo contrário, até parece sentirem alegria. O que é do trabalho e da vida séria desperta inveja. O que é do entretenimento desperta orgulho. Julgando-se coerente, o ser humano é muito contraditório.
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